Aprisionada


Em teu brilho, me aprisionei, 

Em promessas, um sonho tecei. 

Mas a máscara caiu, a verdade nua, 

E em teus olhos, um abismo profundo.


Ignorando sinais, cega de amor, 

Construí um castelo sobre a dor. 

Teus jogos, tão sutis, me aprisionaram, 

Em tuas mãos, meu destino se perdeu.


A ilusão me prendia a ti, 

Em um labirinto, sem saída. 

A voz interior, silenciada, 

Em tua sombra, me sentia aprisionada.


Mas a chama da esperança, em mim renasceu, 

E a força interior, a verdade revelou. 

Quebrar as correntes, a decisão final, 

Liberdade em meu ser, para sempre a flutuar.


Em novos caminhos, a alma se renova, 

Descobrindo a mim, em cada curva nova. 

A dor se transforma em força e luz, 

E a vida floresce, em um novo amanhecer.

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