Perguntava-me, incansavelmente, se em algum recanto do seu coração eu também habitava.
Se, assim como eu, você se perdia em devaneios sobre o que poderia ter sido.
Sonhávamos juntos, em um labirinto de "e se", construído com a esperança de um futuro que nunca chegou.
A saudade, uma fiel companheira, me relembra a cada instante o quanto a vida é imprevisível e como alguns desejos permanecem eternamente inacabados.
Onde quer que você esteja, espero que encontre a paz que procura e que, de vez em quando, um sopro de vento traga até você os ecos dos meus pensamentos.

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