Sentia um nó na garganta ao pensar em confrontá-lo. E se eu estivesse errada? E se fosse apenas mais uma de minhas inseguranças?
Mas a verdade é que a cada dia que passava, aquela sensação de aprisionamento se intensificava. Era como se estivesse dentro de uma bolha, cada vez menor, e o ar se esgotasse a cada segundo.
Lembro-me de olhar para o espelho e não reconhecer a mulher que me olhava de volta. Seus olhos, antes brilhantes, agora pareciam opacos, como se toda a alegria tivesse sido sugada deles.

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