A espera me transformou.
Em cada dia, a esperança florescia e murchava, como uma delicada flor sob um sol impiedoso.
A cada noite, questionava meus próprios sentimentos, buscando entender a intensidade daquela conexão que só existia em minha mente.
A ausência, ao invés de me apagar, me fortaleceu.
Compreendi que a reciprocidade não é um destino, mas uma escolha.
E que, por mais doloroso que seja, é preciso ter a coragem de seguir em frente, mesmo que sozinha.
A experiência me ensinou a valorizar meus próprios sentimentos e a não depender da validação externa.

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